O Evangelho de Jesus segundo São Marcos


Evangelho Segundo Marcos é o segundo livro do Novo Testamento. Sendo o evangelho mais curto da Bíblia cristã, com apenas 16 capítulos, ele conta a historia de Jesus de Nazaré. É considerado pelos eruditos um dos três evangelhos sinópticos. No entanto, a maioria dos estudiosos contemporâneos considera essa obra como a mais antiga dos evangelhos canônicos - uma posição conhecida como prioridade de Marcos - embora a obra contenha 31 versículos relativos a outros milagres não relatados nos outros evangelhos.
O Evangelho de Marcos narra o ministério de Jesus, desde Seu batismo por João Batista até Sua Ascensão. A obra concentra-se particularmente na última semana de Sua vida (capítulos 11-16, a viagem até Jerusalém). Sua narrativa rápida retrata Jesus como um homem de ação heróica, um exorcista, um curandeiro e um milagreiro.
Um tema importante de Marcos é o Segredo Messiânico. Jesus pede silêncio sobre sua identidade messiânica aos endemoninhados que Ele cura, além de esconder sua mensagem com parábolas. Os discípulos também não conseguem entender as implicações dos milagres de Cristo.
Todos os quatro evangelhos canônicos são anônimos, mas a tradição cristã primitiva identifica autor deste evangelho como Marcos, o Evangelista, de quem se diz ter baseado este trabalho sobre o testemunho de Pedro. O Evangelho de Marcos é muitas vezes considerado a fonte primária de informações sobre o ministério de Jesus.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho_segundo_Marcos

Globo Reporter 14/09/2012 terapia REIKI


Reiki é uma prática espiritual enquadrada no vitalismo, criada em 1922 pelo monge budista japonês Mikao Usui. Tem por base a crença na existência da energia vital universal "Ki" (a versão japonesa do conceito chinês "Qi" (ou "Chi"), manipulável através da imposição de mãos. Através desta técnica, os praticantes acreditam ser possível canalizar a energia universal (i.e., reiki) em forma de Ki (japonês: ki) a fim de restabelecer um suposto equilíbrio natural, não só espiritual, mas também emocional e físico.
Existem dois ramos principais do Reiki, normalmente referidos como "Reiki tradicional japonês" e "Reiki Ocidental". Embora as diferenças entre os dois ramos e tradições possam ser amplas e variadas, a principal delas é que nas formas ocidentalizadas usam-se posições pré-definidas para a imposição das mãos, ao invés de depender de um senso intuitivo para a transmissão da energia Reiki, como é habitualmente feito em agências de Reiki japonesas. De uma forma geral ambos os ramos têm uma hierarquia de três níveis (ou graus), referidos como Primeiro, Segundo e Nível Mestre/Professor, os quais estão associados com diferentes habilidades e técnicas.
Princípios do Reiki


A arte secreta de convidar a felicidade,

A remédio milagroso para todas as doenças.

Só por hoje:

Não se zangue,
Não se preocupe,
Seja grato,
Trabalhe com diligência,
Seja gentil para as pessoas.

Todas as manhãs e à noite, junte as mãos em meditação e ore com o seu coração.

Afirme na sua mente e cante com a boca.
Para a melhoria da mente e do corpo.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Reiki

Estudo de Casos 006 - Meu Passado Me Condena!

Série: Apometria - Estudo de Casos
Apresentador: Fábio Nasa - Apômetra, Hipnoterapeuta, Palestrante


Nem todos os nossos problemas estão calcados no passado remoto. Cuidados com as interpretações das vidas passadas.

VÍCIO (Humor e Espiritismo)


Todo excesso gera desequilíbrio, tenha moderação.
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ELENCO:
Carol Oliveira
Jean Rizo
Sidney Grillo

EQUIPE TÉCNICA:
Roteiro / Direção / Montagem - Fábio de Luca
Produção / Arte / Som - Fábio Oliviere
Assistente de Produção - Sidney Grillo

REALIZAÇÃO:
Cia Amigos da Luz
www.amigosdaluz.com

Videoaula - Estudo da Mediunidade - Aula 4 - Fenômenos da Emancipação da Alma


Tema: fenômenos da emancipação da alma - Aldenice Cousseiro

Nos fenômenos anímicos, o Espírito encarnado desprende-se momentaneamente do seu corpo físico e entra em comunicação com outros Espíritos, desencarnados ou encarnados.

Os fenômenos anímicos podem ser facilmente confundidos com os de natureza mediúnica, por trazerem em si as impressões do medianeiro que os veicula. É oportuno lembrar que, em todo e qualquer fenômeno mediúnico a presença do fator anímico é inevitável, pelo fato de o comunicante espiritual valer-se dos elementos biológicos, psicológicos e culturais do médium, para elaborar e exteriorizar a sua mensagem.




Livro Bíblico de Juízes

Juízes retrata um período entre 1200 e 1020 AC, descrevendo a continuação da conquista da Terra Prometida e a vida das tribos até o início da monarquia, era um tempo de democracia tribal e cheio de dificuldades. As tribos eram governadas por chefes que tinham um cargo vitalício (juízes menores); nos momentos de grande dificuldade surgiam chefes carismáticos (juízes maiores), que uniam e lideravam as tribos na luta contra os inimigos.[3]
Os israelitas, que se encontravam na terra prometida, desviavam-se dos mandamentos divinos praticando a idolatria e por isso eram derrotados pelas nações vizinhas ou próximas que passavam a oprimir o povo. Então arrependiam-se e pediam a ajuda de Deus. Surgiam assim líderes, enviados por Ele, para resgatarem o povo de Israel dos inimigos e restabelecerem a obediência à lei mosaica.
Os Juízes eram então suscitados por Deus para libertar o seu povo eleito da opressão dos inimigos, devolver-lhe a paz e a posse de suas terras. Estes líderes agiam em nome Justiça divina e, movidos por profundo senso de fidelidade a Deus.
Eles tinham poder de reis, mas eram escolhidos por Deus. Também tinham dons de profecia, dirigindo o povo segundo a vontade do Altíssimo .
O primeiro juiz foi Otniel (em algumas traduções), o qual libertou os israelitas do rei Cusã-Risataim.
Após a morte de Otniel, os israelitas novamente afastaram-se dos mandamentos de Deus e foram dominados pelos moabitas. Novamente é levantado um novo juiz, Eúde que livra o povo de seus opressores.
Assim, seguem novos períodos sob a liderança dos juízes em que, repetidamente, os israelitas voltam a adorar deuses pagãos, são dominados por outros povos, arrependem-se e são mais uma vez libertos.
O penúltimo juiz da história do livro de juízes foi Sansão, o qual possuía uma força excepcional e teria liderado o povo contra os filisteus, mas foi traído por Dalila ao lhe revelar que o perderia sua força se cortassem seus cabelos. Após Sansão houve também como Juiz o profeta Samuel (1Sm 1-7), fechando assim o ciclo dos juízes sobre Israel. Entre alguns juízes durante essa época que mais se destacam no livro estão DéboraGideãoJefté e Sansão.
Porém, os judeus se cansaram deles e pediram a Samuel, último Juiz, que lhes desse reis como os tinham os países vizinhos. Embora o pedido o tivesse desagradado enormemente a ele e a Deus, concedeu-lhes o solicitado, fazendo-lhes contudo profeticamente saber tudo o que haveriam de sofrer por causa desse pedido.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_dos_Ju%C3%ADzes

Livro Bíblico de Josué


O Livro de Josué traz a história da conquista da terra de Canaã pelos israelitas, sob a liderança de Josué, e conta como as terras foram divididas entre as doze tribos.
1. Conteúdo
O livro se divide em duas partes principais: 1) a conquista da terra de Canaã ( caps. 1—12 ); 2) a divisão da terra entre as tribos de Israel ( caps. 13—21 ). Nos caps. 22—24 aparecem os últimos tempos da vida de Josué, suas palavras de despedida e o relato da morte dele.
Na conquista da terra, os israelitas derrotaram todos os povos de Canaã e os mataram, de acordo com o mandamento de Deus. Deus lhes deu a vitória, cumprindo assim a promessa que ele havia feito a Abraão, Isaque e Jacó de que daria aos descendentes deles uma terra em que viveriam em paz e prosperidade ( 21.43-45 ).
A divisão do território situado a leste do rio Jordão entre as tribos de Rúben, Gade e Manassés do Leste já havia sido feita por Moisés ( Nm 32 ; Dt 3.12-22 ). Josué apenas precisava dividir o território situado a oeste do rio entre as outras nove tribos e meia. Para os levitas, que não receberam terras, foram dadas quarenta e oito cidades, distribuídas pelo território das doze tribos.
O livro termina com o discurso de despedida de Josué e a renovação da aliança entre Deus e o povo, em Siqúem ( 24.25-27 ).
A passagem mais conhecida é a declaração de Josué no seu discurso de despedida: “Porém eu e a minha família serviremos a Deus, o Senhor ” ( 24.15 ).

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